A vitória e os três pontos que nos levaram de volta à liderança da WSL foram plenamente merecidos pela equipe visitante. Jade Rose e Mary Fowler abriram uma vantagem de dois gols para o City, antes de Amalie Vangsgaard diminuir a diferença pouco antes do intervalo.
O City dominou o jogo após o reinício, mas teve de esperar até os 29 minutos do segundo tempo (74º minuto) para marcar o terceiro gol, com Bunny Shaw, antes de um gol contra de Mathilde Harviken, já nos acréscimos, definir o placar final.
Ao comentar a vitória, Jeglertz elogiou a postura das Blues, que continuaram buscando mais gols mesmo tendo de adotar uma estratégia de paciência no Villa Park.
“O que mais me agrada é a paciência e a confiança das jogadoras com a bola”, disse ele.
“Acho que, mesmo vencendo por apenas 2 a 1 e criando chances no segundo tempo, não vi frustração nas jogadoras, elas mantiveram a calma, apenas esperando o momento certo para avançar.”
“O Villa é bom na transição, e é fácil ficar um pouco tenso com isso, mas acho que lidamos bem com a situação, continuamos jogando e conseguimos o resultado.”
Lauren Hemp voltou a brilhar pelo City no Villa Park, dando uma assistência para Shaw e também forçando o gol contra nos minutos finais que selou a vitória.
A assistência que ela deu para Shaw fez dela apenas a sétima jogadora na história da WSL a alcançar a marca de 100 participações em gols, consolidando ainda mais seu excelente início de temporada e seu impacto geral no futebol inglês.
E Jeglertz ficou muito satisfeito ao ver Hemp colher os frutos de seu trabalho árduo.
Nosso técnico acrescentou: “Ela é uma jogadora incrível, faltam palavras para descrevê-la.”
“Basta ver como ela joga. Ela está presente em todas as áreas do ataque, desafiando as adversárias a todo momento e fazendo ótimos cruzamentos.”
“Estou muito feliz por ela.”