Shaun Wright-Phillips acredita que os fãs do City foram vitais par a sua ascensão!

Wright-Phillips esteve dois anos no City, participando num total de 262 jogos, depois de se ter juntado ao clube com 17 anos, proveniente do Nottingham Forest.

Shaun, estreou-se como substituto de  Joe Royle, durante um empate na Copa da Liga em Burnley, antes de se estabelecer como um dos mais empolgates jovens jogadores ingleses, antes de assinar pelo Chelsea em 2005.

"Quando o Keegan assumiu o comando, foi difícil para mim porque ele considerava que eu era pequeno demais", diz ele.

"Naquela época, não havia realmente um lugar para mim porque, obviamente, com lances de bola parada, eu não conseguia marcar as pessoas.”

“Até que ele me apresentou como lateral, mas acho que isso estava de alguma forma relacionado à pressão dos fãs, pois eles queriam que eu continuasse e queriam me ver crescer.”

“A partir daí foi uma loucura e tudo começou acontecendo.”

“ O Keegan era definitivamente um treinador com espírito de ataque e às vezes para os fãs, talvez fosse uma loucura mas era divertido, mesmo tempo éramos bastante abertos e também sofremos gols.”

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Depois de um período de três anos no Chelsea que o levou a vencer todos os troféus nacionais, Wright-Phillips teve um regresson emociante ao City, em 2008 e sob o comando de Mark Hughes. Hughes estava no processo de criar uma nova estrutura, após a aquisição do clube.

Um período extremamente empolgante na história do clube, mas as coisas não correram tão bem quanto o esperado para o técnico galês e, depois de terminar em décimo na sua primeira temporada completa no comando, Hughes foi demitido em dezembro de 2009, com o City em sexto na tabela. Wright-Phillips admite que se esforçou para entender a decisão tomada, mas diz que o tempo mostrou que o City fez a jogada certa ao contratar Roberto Mancini, que terminou com o jejum.

"Eu acho que o meu melhor período em termos de desempenho pessoal foi em 2004 - mas o melhor foi durante o legado de Mark Hughes com Elano", refletiu SWP. "Para mim, não acho que algo tenha corrido particularmente mal”.

“Talvez eles consideraram que ele não era grande o suficiente para o cargo, mas se você olhar para trás agora, todas as decisões que o clube tomou, foram corretas.”