O zagueiro português é um dos líderes desse Manchester City, embora não vista a faixa de capitão com tanta frequência. Na Champions, participou de 12 dos 13 jogos na campanha, marcando um gol, ainda na fase de grupos, nos 4 a 0 contra o Sevilla na Espanha. Foram 1048 minutos em ação para Rúben na competição, com números impressionantes.
No total, recuperou 66 bolas em seus 12 jogos na Champions League, além de 21 interceptações, 13 roubadas de bola e oito bloqueios contra finalizações dos adversários. Porém, não é apenas na defesa que nosso número 3 se destaca, já que o estilo de jogo de Guardiola exige que os defensores participem na construção de jogo. Rúben completou 902 passes em 940 tentados, com uma percentagem de acerto de 95,7%. Acertou 159 de 164 toques curtos e 59 de 73 passes longos. Por fim, foi um zagueiro muito disciplinado nesta Champions, com apenas dois cartões amarelos e oito faltas cometidas.
Já Bernardo Silva, participou de todos os 13 jogos na campanha do título. Foram 909 minutos em campo e três gols marcados, todos importantíssimos: um contra o Bayern de Munique no Etihad e mais dois contra o Real Madrid na semifinal, novamente em Manchester. Além disso, deu a assistência para o gol de Rodri na final em Istambul, contra a Inter de Milão.
O camisa 20 percorreu quase 122 km na Champions League e teve 90% de acerto nos passes. Sempre muito vertical, Bernardo completou 44 de 51 passes longos e 152 de 179 toques curtos. Incrivelmente, fez dois de seus três gols na competição foram de cabeça, algo não muito corriqueiro na carreira do jogador de 1,73 metros de altura, mas que foram muito comemorados por torcedores do City ao redor do mundo.
O fato é que os números por si só não são suficientes para entender a dimensão de Rúben Dias e Bernardo Silva no City de Guardiola. Não por acaso, são dois dos jogadores mais queridos pelos torcedores, graças à disposição, vontade e qualidade que mostram dentro das quatro linhas. Colocaram de vez seus nomes na história do City e nos corações de seus torcedores.