O pilar principal da equipe de Pep Guardiola.

O Rodri não foi apenas o autor de um dos gols mais icônicos da história do clube, como está sempre no centro de tudo o que o City faz.

O espanhol fez crescer sua reputação, confiança e patamar desde que chegou ao Etihad Stadium em 2019.

Tanto que agora é impossível imaginar a tríplice coroa de 2022/23 sem a presença sempre confiável do jogador de 27 anos no centro do campo.

A UEFA reconheceu seu impacto, nomeando-o Jogador da Temporada da Liga dos Campeões.

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Ele jogou em 56 de nossos 61 jogos enquanto disputávamos a Copa da Inglaterra, a Liga dos Campeões e éramos sagrados tricampeões da Premier League. Na verdade, ninguém na equipe do City pôde igualar os 4.478 minutos de Rodrigo em campo ao longo da temporada.

O único jogador que saiu jogando mais vezes do que ele em uma única temporada sob o comando de Guardiola foi Lionel Messi em 2011-12, com 57 escalações.

Falaremos mais sobre seu trabalho diário em breve. No entanto, seria negligente não refletir sobre a dimensão que tomou o seu jogo.

Sem sua compostura na frente da área, o City poderia muito bem não ser o atual campeão da Europa.

Claro, ele já havia marcado um outro gol candidato ao Gol da Temporada na vitória nas quartas de final sobre o Bayern de Munique. No entanto, foi sua finalização arrebatadora na final que instantaneamente se tornou icônica.

Quando a bola desviou em Francesco Acerbi, da Inter, no meio do segundo tempo, no Estádio Olímpico Ataturk, nosso número 16 praticamente recebeu um presente.

Da entrada da área, ele bateu na bola com uma curva que passou por Matteo Darmian e parou no fundo da rede.

Aquele momento foi dele, mas o apito final foi de toda a equipe e da equipe de bastidores que os apoiam incansavelmente.

O City foi apenas o segundo time inglês a vencer a tríplice coroa e as comemorações que se seguiram foram dignas de tal conquista.

O foco de Rodrigo foi substituído por um entusiasmo juvenil, marcando a ocasião com um papel central em tudo o aconteceu em Istambul e Manchester nos dias seguintes.

Embora esse momento seja inesquecível para qualquer pessoa ligada ao Clube, foi o trabalho árduo dos meses anteriores que o tornou possível.

Jogando de volante, posição em que Guardiola passou sua carreira, Rodrigo ditava o ritmo de nosso jogo com a bola e nossa forma defensiva sem a bola.

Acompanhando as variações em seu papel, com o de profundidade quando os laterais subiam e depois com John Stones em sua complexa posição híbrida, foi o Rodrigo que deu a Guardiola o que ele mais deseja em um campo de futebol. O controle.

Quando você compara seus números com seus colegas na Inglaterra e na Europa, você encontra um volante de primeira.

Seus 4.068 passes e 466 recuperações de bola em todas as competições foram o máximo alcançado de qualquer jogador da Premier League.

As jogadas tendem a começar com o Rodrigo, e se não começarem, ele provavelmente estará envolvido nelas.

Ele iniciou 11 jogadas que terminaram em gol na Premier League em 2022-23, quatro a mais do que qualquer outro jogador. Ele esteve envolvido na construção de 22 gols na Premier League em 2022-23, quatro a mais do que qualquer outro jogador.

Ele terminou a temporada 2022-23 da Premier League com o maior número de bolas carregadas (702), e carregamentos mais progressivos (384), a maior distância total de carregamento de bola (7.421 metros) e o maior progresso de carregamento (3.953 metros) de qualquer meio-campista.

Embora não seja de forma alguma sua característica que o define, sua fisicalidade também é de vital importância para a equipe de Guardiola, vencendo 69% de seus duelos aéreos, a melhor marca entre os meio-campistas.

Na Liga dos Campeões, ele recuperou a posse de bola 105 vezes, 26 vezes a mais do que qualquer outro jogador, e a maior desde Claude Makélélé em 2007-08 (109).

Dada a sua posição central, ele passa muito tempo em áreas movimentadas. Continuar jogando o futebol que Guardiola pede naquele ambiente exige uma firmeza que se tornou sua marca registrada dentro do time.

Segundo a Opta, o espanhol recebeu alta pressão de um adversário em 436 ocasiões na Liga dos Campeões, mais do que qualquer outro jogador, e completou 87% de seus passes sob alta pressão, a melhor marca entre todos os jogadores que tentaram dar pelo menos 200 passes assim.

Tudo isso resume exatamente por que Guardiola está sempre relutante em deixar seu volante de fora de sua equipe.