Convocado do banco como substituto no segundo tempo, com o City perdendo por 2 a 0 para o Villa em um jogo que precisávamos vencer para garantir o título, Gundogan entrou em campo para definir a temporada.
O jogador de 31 anos marcou dois gols cruciais, incluindo o decisivo gol aos 81 minutos, e mais uma vez mostrou sua inteligência por estar no lugar certo na hora certa.
Foram momentos que todos, no Etihad e ao redor do mundo, nunca esquecerão.
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Mas, para o sempre modesto Gundogan, ele acredita que outras forças também trabalharam naquele dia especial.
“Não sei, talvez tenha sido o destino, talvez tenha sido um pouco de sorte”, disse Gundogan enquanto refletia sobre aquela tarde incrível.
“Mas estive duas vezes no lugar certo e consegui marcar.”
“Eu realmente não tive uma escolha, eu sinto.”
“Tínhamos apenas 20 minutos para jogar, estávamos perdendo por 2 a 0, então tudo que eu queria tentar era entrar na área e sentir onde poderia estar o perigo.”
Refletindo ainda sobre uma das finais mais memoráveis da história do City e da Premier League, o meio-campista alemão também fez questão de elogiar o impacto crucial de seus companheiros de equipe.
Em particular, o papel fundamental desempenhado por Raheem Sterling e Kevin De Bruyne nas assistências que criaram as oportunidades para seus dois gols.
“No primeiro gol, de cabeça, eu sabia que o Raz ia para a linha de fundo cruzar”, afirmou Gundogan.
“Senti que o perigo poderia estar na segunda trave e a bola veio perfeita para ser honesto. Eu só tive que colocar minha cabeça nela.”
“No terceiro gol, todos nós conhecemos a qualidade de Kevin, cruzando a bola para a segunda trave.”
“Então, para mim, o momento foi importante para antecipar quando ele iria cruzar.”
“(Foi) fazer a corrida e tentar ficar por dentro e o momento foi perfeito!”