Atacante participou de live com Ronaldo Fenômeno e falou sobre City e Seleção Brasileira

Enquanto treina em casa para manter a forma, Gabriel Jesus aproveitou uma brecha para participar da live de seu ídolo Ronaldo. No papo, feito pelo Instagram do Fenômeno, o camisa 9 do City e da Seleção Brasileira relembrou momentos difíceis na Copa do Mundo e projetou o futuro com nossa camisa.

Seleção brasileira

""É o sonho de todos os garotos jogar na Seleção. Eu, como menino, meu sonho era seguir os seus passos (Ronaldo), do Bebeto, do Pelé. Sempre foi meu sonho jogar futebol e, óbvio, vestir a camisa da seleção."

"A Copa foi um negócio à parte. Me machucou muito a questão de não ganhar. Não encaixamos, não jogamos bem, o 9 da seleção não ter feito gol... eu sou realista e entendo que não fui meu melhor. Isso me machucou muito após a Copa. Na nossa vida, vão acontecer coisas que não tem como voltar atrás e explicar. Aconteceu, infelizmente, porque é o maior torneio do mundo. Complicou, me machucou muito como pessoa e como jogador. Mas tirei proveito da atmosfera, o aprendizado ficou e pós-2018 eu virei a chavinha. Até hoje, óbvio que eu penso ainda, mas não me machuca."

posição favorita

"Eu não tenho preferência, mas a maior parte da minha vida eu joguei como ponta ou segundo atacante, nunca como centroavante. De 2016 joguei alguns jogos e depois segui de centroavante."

"A maior parte do tempo no City como centroavante, mas muitos jogos atuei na ponta. Contra o Real Madrid eu joguei de ponta. Quando eu começo no ataque, procuro sempre cair pras pontas. Até levo "esporro", mas continuo. Se eu ficar muito parado não dá. No City você precisa ficar parado porque os meias criam muito, mas eu não consigo."

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real madrid

"Tem o jogo de volta, que vai pegar fogo. O primeiro já pegou. Realmente foi surpreendente para nós, porque nosso jogo é muito ofensivo. Às vezes, na Champions, a gente pecava em defender, aguentar a pressão do time adversário. Em se tratando de Real Madrid no Bernabéu, foram difíceis os primeiros 20, 25 minutos. Vinicius de um lado, Benzema, Isco, Modric, foi complicado. Tivemos algumas chances e sair atrás do placar foi complicado. Depois a gente conseguiu pressionar, pressionar e virar o jogo."

trabalhar com pep guardiola

"Ele é muito intenso. O que mais me chama atenção é a garra de vencedor e ele não deixa cair por nada. E gosta de trabalhar com jovens- foi uma das razões que eu vim. Fiquei muito feliz de vir, acertar no time que escolhi, um time muito qualificado, jogadores e staff. A recepção foi perfeita. Ele é intenso, chega até a cansar um pouquinho, mas é pro nosso bem (risos).