Lucas Shelby, presidente da Citizens Brasil, explicou como funcionou a organização para que a torcida brasileira do City se reúna para assistir à final da Champions League no sábado.
“A Citizens Brasil abrange o país inteiro e precisa de muita gente. Para esse evento, criamos grupos regionais e cada grupo tem um responsável que teve a missão de encontrar um local adequado que caiba bastante gente, dependendo da região, 50 pessoas, ou no caso de São Paulo, 700 pessoas, por ser a região com mais sócios.”
Porto Alegre, Curitiba, Itajaí, São Paulo, Campinas, Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, João Pessoa, Salvador, Recife, Belém e Fortaleza foram as cidades escolhidas para sediar os eventos no sábado. Quanto aos bares que vão receber os torcedores, a escolha varia de região para região.
“Em Salvador e Curitiba já são velhos conhecidos, já são bares parceiros da torcida, vamos lá com frequência. Mas no Rio de Janeiro é um pub completamente novo, nunca fizemos algum encontro lá, será a primeira vez. E aqui em São Paulo o City já fez evento oficial no Blue Pub. É um lugar grande e que tem o estilo que o Official Supporters Club pediu”, explica Lucas.
Na capital da Bahia, Salvador, uma banda cover de Oasis vai aquecer o pré-jogo no Astro Bar e Restaurante. No geral, entre 600 e 700 pessoas são esperadas nas 11 cidades com eventos programados. “Será o maior evento de uma torcida oficial na América Latina. No Rio já temos 100 pessoas confirmadas, Minas Gerais também, São Paulo 300 pessoas. Minha expectativa está bem alta, estou até maluco com tanta gente”, revela Lucas.
Durante a semana, a repercussão foi tanta que a Citizens Brasil foi até procurada pelo SBT, rede de televisão brasileira, para uma reportagem. Letícia Landim, sócia da torcida, também compartilhou um pouco da ansiedade para o sábado mais importante da história do City,
“Será o meu primeiro evento e não tenho do que reclamar do cuidado que os responsáveis pela torcida no Brasil têm conosco e a forma acolhedora que o clube nos trata. Para nós que não iremos ao jogo, é uma forma de compartilhar as emoções com pessoas que sentem o mesmo.”