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Crônica da partida | Season 2018/19

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Carabao Cup Att:81775 25 de fevereiro de 2019 01:29:00

Chelsea

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Manchester City

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Árbitro
Jonathan Moss
Matchday centre

Chelsea:

  • Arrizabalaga
  • Luiz Moreira Marinho
  • Rüdiger
  • Azpilicueta
  • Palmieri dos Santos
  • Frello Filho
  • Barkley Loftus-Cheek 89’
  • Kanté
  • Borges Da Silva Higuaín 95’
  • Hazard
  • Rodríguez Ledesma Hudson-Odoi 79’
Suplentes não utilizados
Kovacic, Giroud, Caballero, Christensen

Manchester City:

  • Santana de Moraes
  • Otamendi
  • Zinchenko
  • Walker
  • Laporte Kompany 45’
  • De Bruyne Sané 86’
  • Luiz Rosa da Silva 90’
  • Silva Gündogan 79’
  • Sterling
  • Agüero
  • Veiga de Carvalho e Silva
Suplentes não utilizados
Foden, Mahrez, Muric

Os Cityzens podem soltar o grito de campeão. Ou melhor, bicampeão! Após 120 minutos sem gols e muita tensão, o City venceu o Chelsea por 4 a 3 nos pênaltis na final da Copa da Liga Inglesa, no Estádio de Wembley, e pela primeira vez em sua história chegou a dois títulos consecutivos da mesma competição.

O clube agora detém seis títulos da Copa da Liga, (1970, 1976, 2014, 2016, 2018 e 2019), se tornando o segundo maior vencedor do torneio, à frente do Manchester United (5) e atrás apenas do Liverpool (8).

O título deste domingo coroa um final de semana inesquecível para o City. No sábado, a equipe feminina conquistou pela terceira vez o título da Continental Cup. A vitória diante do Arsenal também veio nos pênaltis (4 a 2), após empate sem gols no tempo normal e prorrogação. A goleira Karen Bardsley foi a estrela do jogo, defendendo duas penalidades.

De volta ao Wembley, a conquista da Copa da Liga diante do Chelsea dá ânimo extra à equipe de Pep Guardiola para a reta final da temporada. Afinal, ainda estamos vivos na disputa de outras três competições – só para lembrar, o Liverpool empatou seu jogo na rodada da Premier League, deixando o City a apenas um ponto da liderança do campeonato inglês.

O que aconteceu?

Os primeiros minutos de bola rolando em Londres foram de tensão e estudo. Com uma formação bastante recuada do Chelsea, o City logo tomou a iniciativa, rodando a bola no campo de ataque como de costume.

Prevendo a retranca adversária, Guardiola montou um time ofensivo, com um meio de campo formado por Fernandinho, David Silva e Kevin de Bruyne. No ataque, Bernardo Silva, Raheem Sterling e Sergio Aguero.

Com 15 minutos jogados, o City ainda não tinha conseguido furar a defesa do Chelsea, que por sua vez também não oferecia nenhum perigo.

Fernandinho, no centro do gramado, tentava receber informações táticas de Guardiola, que se mostrava bastante participativo na área técnica.

Uma sequência de cruzamentos na área foi a forma que o City encontrou para se aproximar do gol do Chelsea, que se defendia como dava.

Pouco depois dos 20 minutos, a primeira boa chance da partida. Bernardo Silva trouxe a bola da direita para a entrada da área e cruzou na medida para Aguero, que matou no peito e chutou forte por cima do gol.

O City tinha amplo domínio, mas o jogo era duro. O Chelsea marcava forte e dava mostras de que poderia a qualquer momento armar um contra-ataque letal. Atenta, a zaga do City ia dando conta do recado.

Na marca dos 30, o primeiro chute no alvo. Aguero recebeu com espaço na entrada da área, mas finalizou fraco nas mãos do goleiro Kepa.

O primeiro tempo se encaminhou para o final na mesma toada, com poucos espaços e sem muita inspiração, a não ser por um ou outro cruzamento perigoso do City, além de algumas arrancadas do Chelsea.

A sensação era de que o City precisaria de algo novo no segundo tempo.

E, de fato, Guardiola mexeu no time: Kompany entrou no lugar de Laporte, provavelmente por conta de algum problema físico do francês.

Com a bola rolando, o City manteve a postura ofensiva, pressionando a saída do Chelsea e buscando recuperar a bola próximo ao gol adversário.

Após cruzamento de De Bruyne, Aguero quase conseguiu finalizar de cabeça. Em contra-ataque, Sterling quase ficou em condições de marcar.

O risco que o City corria era nas escapadas de Hazard. Com o time bastante adiantado, sobrava um espaço enorme nas costas da defesa.

Antes dos 10 minutos, Aguero chegou a marcar, mas estava impedido e o gol foi bem anulado – sendo inclusive confirmado pelo árbitro de vídeo.

O jogo era disputado palmo a palmo. Qualquer erro poderia ser fatal.

Aos 20 minutos, a melhor chance do Chelsea. William lançou para Hazard, que arrancou com liberdade pela esquerda, invadiu a área e tocou para trás para a chegada de Kante, que chutou por cima do gol de Ederson.

Foi um aviso ao City, que mesmo dominando estava longe de seu melhor.

O Chelsea então cresceu na partida. Barkley, do bico da grande área, teve todo o tempo do mundo para dominar e chutar com perigo por cima.

Pouco depois, Hazard partiu em jogada individual pelo meio e soltou para Pedro na direita. Zinchenko, cirúrgico, afastou a bola para escanteio.

O jogo ficou aberto, com o Chelsea mais perigoso e o City encontrando dificuldades para conectar os passes nas saídas rápidas de contra-ataque.

David Silva deixou o campo para a entrada de Ilkay Gundogan.

Os minutos finais prometiam nervos à flor da pele.

Com a prorrogação se aproximando, Guardiola fez a terceira alteração: Leroy Sane no lugar de Kevin de Bruyne, puxando Bernardo para o meio.

Nos momentos derradeiros da etapa regulamentar, muita transpiração, algumas arrancadas, alguns cruzamentos perigosos e uma defesa providencial de Ederson após cobrança de falta venenosa de William.

Não teve jeito. A partida foi para a prorrogação.

Fernandinho, machucado, deu lugar a Danilo (substituição extra, permitida em caso de prorrogação), posicionado no meio de campo.

O silêncio no Estádio de Wembley era ensurdecedor. A tensão era alta.

O jogo não era dos melhores, com muitas bolas esticadas e passes errados. O Chelsea, aparentemente menos cansado, conseguia pressionar e levar perigo em bolas cruzadas da linha de fundo. O City se defendia na raça e tentava atacar trabalhando as jogadas, mas sem intensidade.

O primeiro tempo da prorrogação terminou como começou: sem gols.

Nos 15 minutos finais, o City conseguiu controlar melhor a bola e Aguero, por muito pouco, não fez o gol da vitória depois de jogada de Sterling.

Aguero teve mais uma chance da entrada da área, mas Kepa defendeu.

Kepa, aliás, protagonizou um momento surreal no final da partida. Após cair com dores, o técnico do Chelsea, Maurizio Sarri, quis substituí-lo, mas o goleiro se recusou a sair de campo, levando o treinador à loucura.

A decisão então foi para os pênaltis.

Jorginho bateu para o Chelsea e Ederson defendeu!

Gundogan bateu para o City e fez 1 a 0!

Azpilicueta cobrou com precisão e fez 1 a 1.

Aguero cobrou mal, mas a bola passou por baixo de Kepa: 2 a 1!

Emerson converteu para o Chelsea e fez 2 a 2.

Sané bateu e Kepa defendeu.

David Luiz chutou forte e a bola explodiu na trave!

Bernardo Silva então fez 3 a 2, chutando no meio!

Hazard foi para o quinto pênalti e fez 3 a 3, de cavadinha.

O último pênalti ficou para Sterling, que chutou no alto e decretou o bicampeonato do Manchester City na Copa da Liga Inglesa!

4 a 3 nos pênaltis! Que jogo! Que time! É campeão!

Estrela do jogo: Bernardo Silva

Mais uma vez o jogador português esteve em seu melhor, correndo o campo inteiro, ajudando no ataque e na defesa, e convertendo sua penalidade máxima. Bernardo Silva é um jogador que dá gosto de ver!

O que vem a seguir?

O City agora volta suas atenções para a disputa do bicampeonato da Premier League, com três partidas em sequência, contras as equipes do West Ham United (27/2), Bournemouth (2/3) e Watford (9/3).

Em seguida recebe o Schalke 04 na partida de volta das oitavas-de-final da Liga dos Campeões, dia 12 de março, e viaja ao País de Gales para enfrentar o Swansea City pela Copa da Inglaterra, dia 16 março.

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