His Highness Sheikh Mansour watched on from the stands as City concluded a fantastic week for the club with a comfortable 3-0 victory over Al Ain in Abu Dhabi.

Os Blues dominaram o jogo durante longos períodos, e na segunda parte, um belo tento de Marcos Lopes, um golo sensacional de Stevan Jovetic e um penálti tardio de Jordi Hiwula, garantiram uma merecida vitória frente a um público vibrante e apaixonado no monumental estádio Azza Bin Zayed.

Menos de uma semana após terem sido coroados Campeões de Inglaterra, os Blues voltaram à ação numa digressão de final de temporada, em Abu Dhabi.

O City preparou-se para este encontro com o mais bem-sucedido clube do campeonato dos Emirados Árabes Unidos, através de um programa de atividades bem definido, desde a saída do avião a enfrentar temperaturas sufocantes de 40 graus, incluindo sessões de autógrafos e treinos abertos ao público, bem como para a celebração presidida pelo Sheikh Mansour para comemorar a dobradinha na campanha de 2013/14.

Entretanto, o Al Ain chegou moralizado ao encontro após assegurar uma vaga nos quartos-de-final da Liga dos Campeões Asiáticos, a disputar na noite de terça-feira, e procurava aumentar para 12 a sua contagem de vitórias consecutivas em todas as competições, tendo em atenção o jogo da Taça do Presidente, no domingo.

Manuel Pellegrini optou por uma dose saudável de experiencia no onze inicial, embora houvesse espaço para Lopes e Dedryck Boyata na formação, aparecendo também Samir Nasri, Stevan Jovetic e Aleks Kolarov.

No centro da defesa, Micah Richards e Matija Nastasic formaram uma parceria pouco vulgar, enquanto Jack Rodwell e Javi Garcia ofereceram músculo ao meio-campo.

Os Blues gozaram de uma incansável e calorosa receção durante toda a sua estadia em Abu Dhabi, com bandeiras e banda filarmónica a precederem a entrada da equipa em campo, juntamente com o troféu da Premier League adornado com fitas de azul celeste.

O relvado do estádio era favorável ao estilo de jogo a que os adeptos têm associado os Blues de Pellegrini, mas também engrandeceu as capacidades dos anfitriões fazendo com que, desde cedo, as equipas se debatessem em toda a extensão do campo partilhando ocasiões de golo.

Kolarov, que na ausência de Vincent Kompany usou a braçadeira de capitão, fez a bola quase roçar o poste num remate rasteiro e o guarda-redes do Al Ain, Waleed Salem, viu-se obrigado a uma defesa apertada após ensaio de Lopes.

Entretanto, do outro lado, Mohamad Salem terá ficado dececionado por não ter acertado no alvo após se ter elevado para cabecear uma bola cruzada na direção de Pantilimon, e o romeno teve de se manter atento para negar o golo a Omar Abdulrahman, que esteve à experiência no estádio Etihad, em 2012.

Houve muitas substituições por parte dos anfitriões, o que quis dizer que o público pôde vislumbrar 20 jogadores diferentes antes do final da primeira meia hora interromper, de algum modo, o ritmo de jogo. Mas Richards protagonizou o melhor momento da primeira parte ao atirar um violento remate que embateu no poste.

O Al Ain pode ter a alcunha de “o Boss“ mas foi o City quem controlou o jogo nos primeiros 45 minutos. Houve momentos de inspiração por parte de Lopes, Jovetic e Nasri, mas o apito a assinalar o fim da primeira parte chegou com a partida empatada a zero.

Pellegrini resistiu ao impulso de fazer um grande número de substituições durante o intervalo, mas Richard Wright e Emyr Huws trouxeram alguma vitalidade.

A primeira ação da segunda parte veio das bancadas, com os jogadores dos Blues a viverem a segunda invasão de campo em quatro dias. Dois jovens adeptos correram para o campo e conseguiram abraçar Nasri e dar um “high five” a Lopes antes de o jogo retomar.

O Al Ain tentou atacar nos momentos iniciais da segunda parte e Richard Wright teve que fazer uma boa intervenção antes do remate de Jovetic ter passado perto do poste, para os Blues.

Mas foi Lopes quem finalmente inaugurou o marcador, logo após os 60 minutos de jogo, controlando a bola após um passe em profundidade, milimétrico de Nasri e batendo o desesperado guarda-redes, para gáudio da maioria do público.

O talentoso português poderia ter marcado o segundo dois minutos depois, mas não conseguiu dar o toque fatal após o cruzamento de Kolarov, enquanto Boyata teve o azar de não conseguir juntar o seu nome à lista de marcadores depois de uma poderosa corrida, já que o seu remate saiu um pouco ao lado do alvo.

A pressão contínua foi recompensada em grande estilo quando Jovetic driblou o guarda-redes por duas vezes, antes de conseguir marcar friamente de um ângulo muito difícil.

Bytuqi esteve a centímetros de marcar um golo mas o poste veio em socorro do City, após Wright ter sido batido por um remate poderoso dos anfitriões.

O City usou as suas cinco substituições garantindo que todos os membros da formação que faziam parte da comitiva somassem alguns minutos, e o ponta-de-lança Jordi Hiwula assinalou a sua estreia em grande estilo, ganhando e convertendo um penálti tardio que adicionou brilho ao resultado final.

No final, uma vitória confortável e um desfecho satisfatório para o último jogo da temporada.