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O caminho até a grande final

O City alcançou o feito inédito de chegar à final da Liga dos Campeões em uma campanha espetacular.

Classificados por terminar a Premier League na segunda colocação na temporada de 2019/2020, os Citizens enfrentaram uma fase de grupos com equipes de grande renome na europa. O supercampeão Grego, Olympiakos que detem o maior número de títulos nacionais (45), o habitué das competições europeias, Olympique de Marseille e os donos do Estádio do Dragão, onde ocorrerá a final da Liga dos Campeões, o Porto.

Com a primeira colocação do grupo garantida, veio o sorteio das oitavas de final e cohecemos o nosso próximo adversário, o Borussia Monchengladbach. Em duas grandes apresentações grantimos o placar agregado de 4x0, vencendo por 2x0 na ida e na volta.

Conforme as etapas da competição avançaram, o nível foi aumetando. Para as quartas de final nos encontramos com o Borussia Dortmund de Haaland e companhia. O emocionante jogo de ida teve roteiro de filme de aventura, abrimos o placar com o gol do Kevin De Bruyne aos 19 minutos e quando achávamos que a partida terminaría em 1x0, sofremos um gol aos 84 minutos.

Marco Reus empatou o jogo fazendo um gol fora de casa, o que deixaria o Dortmund na vantagem para o jogo de volta. Mas aos 90 minutos, o garoto Phil Foden recebeu uma assistência de Ilkay Gundogan dentro da pequena área e dalí ele não erra. Vencemos por 2x1.

Não menos emocionante, começamos o jogo de volta perdendo por 1x0, com um gol de Bellingham aos 15 minutos de jogo. Mas a persistência da equipe a levou à virada. Mahrez empatou de pênalti e o obstinado garoto de Stockport brilhou novamente. De fora da área meteu um chutaço na bola que rebateu na trave e passou por trás do goleiro Hitz, aos 75 minutos de jogo.

Após o extase de por fim quebrarmos o estigma de cair nas quartas em participações anteriores, tomamos conhecimento de que o nosso adversário seria um finalista da edição anterior. O PSG de Neymar, Mbappe e Di Maria, considerado um dos grandes favoritos ao título, nos recebeu em Paris, no Parc des Princes com um gol de cabeça do zagueiro brasileiro Marquinhos, aos 15 minutos de jogo.

A essa altura muitos deram por finalizada a participação do City na competição, mas o homem de confiança de Pep Guardiola tinha outros planos. Kevin De Bruyne (sempre ele), meteu aquela bola venenosa para dentro da área. Cruzou, chutou para o gol, ninguém sabe, mas o quique da bola enganou o goleirão da equipe parisiense, que viu a bola entrar no cantinho do gol e nos dar o empate.

Voltamos ao jogo e quase sem tempo para respirar, sete minutos depois, Riyad Mahrez fez um golaço de falta, chutando a bola entre a barreira do PSG e garantindo a vitória fora de casa por 2x1.

Estávamos a um passo do paraíso e precisávamos apenas de um empate em casa para avançarmos à final. E então, o homem que virou o jogo fora de casa, foi o mesmo que garantiu a nossa ida à Cidade do Porto. Mahrez meteu os dois gols do nosso jogo de volta em pleno Etihad Stadium.

Já cá estamos, em Portugal, na Cidade do Porto para enfrentar um adversário conhecido. Os blues de Londres. Faremos a nossa primeira final de Champions League da história contra o Chelsea. Uma final inglesa em solo português. Come on City.

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