Melhores Momentos

City 5-2 Saints: Destaques da partida

Os melhores momentos de um jogão de sete gols.

Após sofrer a terceira derrota na Premier League nessa temporada, Guardiola optou por uma formação personalizada para conter o Southampton e garantir o topo tabela por mais uma rodada.

A qualidade do De Bruyne, a sutileza do Mahrez e o trabalho defensivo em equipe colocou o City de volta nos trilhos das vitórias.

O QUE ACONTECEU

Nos primeiros minutos de bola rolando as duas equipes sofreram para encontrar entrosamento. Até que o City conseguiu trabalhar uma primeira vez e com sucesso.

Rúben Dias lançou a bola para o Zinchenko nas costas dos zagueiros. Ele deu um cruzamento rápido e preciso para o Phil Foden. A batida firme do garoto encontrou o reflexo apurado de McCarthy, mas a bela defesa não evitou o rebote de Kevin De Bruyne, que bateu de primeira. A bola explodiu no travessão, rebateu no chão e seguiu ‘ricocheteando’ até que o árbitro apitou. Gol do City, marcador aberto aos 14 minutos de jogo.

O City vinha forçando a equipe do Sul a jogar o nosso jogo. Porém, aos 24 minutos os visitantes bombardearam o nosso gol e colocaram o Ederson para trabalhar pesado. Até que eles conquistaram um escanteio.

Na cobrança, Laporte derrubou o Vestergaard dentro da área e o árbitro deu pênalti após consultar do VAR. Ward Prowse bateu firme no meio e igualou o placar do jogo.

Minutos depois, Phil Foden entrou na área dos Saints e aproveitou uma falha do McCarthy, que chegou atrasado na recuperação e o derrubou. O árbitro mandou o jogo seguir.

Perto do intervalo o jogo mudou. A partida estava franca, com as duas equipes criando muito. Até que um passe errado da defesa do Southampton foi parar nos pés do Mahrez a poucos metros da área. Ele carregou a bola, deu um corte seco para chutar com a perna esquerda e bateu tirando a bola do goleiro para devolver a liderança ao City.

Ainda antes da pausa, o argelino decidiu colocar os zagueiros para dançar e chutou colocado de novo. A bola rasteira bateu no pé da trave e serviu de assistência para a chegada do nosso meia artilheiro, Gundogan, que pegou de ‘bate pronto’ para estufar as redes pela terceira vez.

Muitos apostariam em um segundo tempo mais cadenciado, o que não aconteceu. O City voltou eletrizante e após três tentativas, Riyad Mahrez (outra vez ele) carregou a bola, encontrou o espaço entre os zagueiros e bateu com sutileza no canto do gol. Quatro a um.

O contragolpe instantâneo do Southampton deixou claro o seu grande poder ofensivo, já antes salientado pelo Pep. Poucos minutos depois, Adams aproveitou um chute desviado que o deixou em posição de marcar para diminuir a diferença. A essa altura tudo era possível, com certeza um jogo aberto e de muitos gols. Muito mesmo.

A resposta do City veio tão rápida quanto a dos visitantes. De Bruyne tabelou com Phil Foden na entrada da área e bateu sem chances para o McCarthy. Uau! Sete gols em uma partida.

Ferrán Torres e Sergio Aguero substituíram os principais goleadores da noite, Mahrez e De Bruyne.

Ainda teve gol anulado do Adams, tiros que passaram lambendo a trave e defesas espetaculares dos dois lados. Nada de futebol ‘sem graça’. A vitória convincente e por um placar largo não apagou o nosso fracasso no dérbi, mas serviu para tranquilizar quem achasse que a boa fase tinha acabado. Seguimos muito bem, obrigado.

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